Escrever sobre qualquer tema de forma original e interessante não é
fácil. Temos a nossa cabeça cheia de lugares comuns, frases feitas,
temas para começar e acabar conversas, o tempo, a vida dos vizinhos,
familiares, os nascimentos, os aniversários, a saúde e a morte. Depois
a vida, as viagens para quem as pode fazer, o trabalho e reforma, a
velhice, os carros e motos, os telemóveis, os médicos, os remédios, as
novelas e a tv. Um rol que não acaba... mas temos de ficar por aqui e ir
ao nosso assunto, escondido por trás destes cenários.
Os heróis improváveis, que face à adversidade de uma doença mais negra, se viram com e sem ajudas; perante uma iminente hecatombe, travam a sua luta, sobem à tona da água, nadam para a margem e eles aí vão, de cabeça levantada, olhos em horizontes mais largos, sorriso aberto de quem vence o seu destino.
Os heróis esquecidos que abdicam de si, sufocados pelo dramáticos destinos dos outros; pelejam sem armas pelos direitos, liberdades e garantias, pela dignidade, pela paz. Anónimos, os seus atos esquecidos, passam ao lado da fama e glória. Mas no seu rasto fica a marca naqueles que, sem voz e sem rumo, encontraram o seu lugar.
Os heróis escondidos lá fundo de cada um de nós, que crêem no inacreditável, esperam o improvável, e praticam o bem impraticável. Aqui estamos nós todos, mais ágeis ou trôpegos, mais intelectuais ou manuais, mais brilhantes ou apagados, mais diferentes ou iguais, mais populares ou detestados.
Está a pensar nos seus heróis escondidos? Está mesmo agora à sua procura? Vai certamente encontrá-los. Faça um favor a si mesmo; procure bem no seu íntimo, mas não esqueça de procurar também à sua volta. Liberte-os... e mostre do que é capaz!
Os heróis improváveis, que face à adversidade de uma doença mais negra, se viram com e sem ajudas; perante uma iminente hecatombe, travam a sua luta, sobem à tona da água, nadam para a margem e eles aí vão, de cabeça levantada, olhos em horizontes mais largos, sorriso aberto de quem vence o seu destino.
Os heróis esquecidos que abdicam de si, sufocados pelo dramáticos destinos dos outros; pelejam sem armas pelos direitos, liberdades e garantias, pela dignidade, pela paz. Anónimos, os seus atos esquecidos, passam ao lado da fama e glória. Mas no seu rasto fica a marca naqueles que, sem voz e sem rumo, encontraram o seu lugar.
Os heróis escondidos lá fundo de cada um de nós, que crêem no inacreditável, esperam o improvável, e praticam o bem impraticável. Aqui estamos nós todos, mais ágeis ou trôpegos, mais intelectuais ou manuais, mais brilhantes ou apagados, mais diferentes ou iguais, mais populares ou detestados.
Está a pensar nos seus heróis escondidos? Está mesmo agora à sua procura? Vai certamente encontrá-los. Faça um favor a si mesmo; procure bem no seu íntimo, mas não esqueça de procurar também à sua volta. Liberte-os... e mostre do que é capaz!
Comentários
Os heróis talvez queiram esconder-se, mas nós temos a obrigação de não os deixar esquecidos..
Eu, por exemplo, tenho vários. Desde amigos, colegas, médicos, enfermeiros e outros tantos que ao longo da minha/nossa vida nos têm feito milagres, nos têm limpo e refeito a nossa memória. Alguns até, sem o saberem, o foram.
Cumprimentos,
Quim Nunes